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Plano de retomada: como as empresas devem se preparar para o retorno das atividades

Como criar um plano de retomada e manter a segurança de colaboradores, clientes, parceiros e fornecedores, enquanto mantém a operação funcionando normalmente, é um dos principais desafios da empresas brasileiras neste atual momento.

Pensando nisso, criamos um artigo completo para você entender:

  • o impacto da crise nas empresas brasileiras;
  • como superar a crise com a transformação digital;
  • principais medidas tomadas pelas empresas para superar a crise;
  • cases reais de empresas que passaram por grandes crises na sua história;
  • e ações práticas para você se preparar para a retomada dos negócios.

Continue lendo e confira!

Como a crise do Covid-19 impactou as empresas brasileiras?

As empresas brasileiras precisaram tomar atitudes e adaptar as suas operações rapidamente para conseguir responder de forma saudável aos impactos da crise.

Diante disso, muitas organizações precisaram acelerar a sua transformação, permitindo o fortalecimento da maturidade da gestão.

Indo além, o nível de endividamento das empresas aumentou em todos os segmentos. No entanto, é importante destacar que o impacto afetou esses segmentos de maneira diferente.

78% das empresas acreditam que a recuperação virá entre 6 e 18 meses, após o final do período de confinamento.

Neste momento, a principal prioridade das organizações são os custos e despesas para manter as atividades funcionando normalmente e, também, manter os empregos dos seus colaboradores.

Por conta da queda da receita, cancelamentos de serviços e pedidos de renegociação de clientes, as empresas focaram, neste momento, em ajustar o seu volume de produção e em realizar investimentos, além de diminuir custos e despesas.

As empresas preveem a redução de:

  • 68%: custos e despesas;
  • 67%: receitas líquidas;
  • 56%: capacidade de pagamento dos clientes;
  • 52%: volume de produção/serviços.

Neste momento, a disponibilidade de caixa é um dos indicadores mais relevantes para a sua sobrevivência durante a crise do Covid-19.

Em outras palavras, quanto maior o dinheiro em caixa para cumprir com as obrigações, mais tempo a empresa conseguirá aguentar a crise com as receitas afetadas ou sem a necessidade de cortar mais custos ou reduzir quadro operacional.

Ainda assim, 65% das empresas ainda pretendem manter o quadro de funcionários.

Transformação digital: a chave para superar a crise

Empresas que já passavam ou passaram pela transformação digital dentro da organização, puderam sentir os impactos da crise de forma menos agressiva, pois já estavam preparados para lidar com o mundo digital, bem como o trabalho remoto, o atendimento online e a adaptação da realização de vendas dos seus bens e serviços

De acordo com uma pesquisa realizada pelas empresas Resultados Digitais, Endeavor e PEGN (Pequenas Empresas & Grandes Negócios), as empresas que possuem uma equipe de vendas e atendimento externo (em campo), obviamente, tiveram mais impacto em relação ao modelo de gestão e operação, afinal as equipes ficaram impossibilitadas de se deslocar.

Além disso, nos casos em que os clientes são mais flexíveis e não se importam em serem atendidos de forma totalmente remota, ou seja, via internet, as falta de processos ou de ferramentas nas empresas impossibilitou que os funcionários pudessem executar as tarefas, reduzindo a produtividade.

Ainda nesta mesma pesquisa, ficou claro que essas empresas já começaram a pensar em medidas para migrar o negócio para o online ou começar a trabalhar com delivery.

Tudo isso é um indicativo da importância da transformação digital para manter a saúde das empresas brasileiras e os negócios funcionando normalmente.

Medidas tomadas pelas empresas para superar a crise do Covid-19

Comandar uma empresa já é complexo, por conta da série de decisões importantes que precisam ser tomadas todos os dias.

Durante esta crise, particularmente, as decisões que as empresas em todo o Brasil tiveram que tomar, seria substancial para a sobrevivência da organização e dos empregos de muitas pessoas.

Mesmo caminhando no escuro, diversos empresários tiveram que dar o primeiro, se movimentar e tomar ações importantes, baseadas apenas em rápidas percepções e feeling.

Falando neste importante assunto, confira a seguir quais foram as principais medidas tomadas pelas empresas em todo território nacional para superar a crise do Covid-19.

#1: Renegociação de contratos e corte de serviços não essenciais

Uma das medidas adotadas pelas empresas durante a crise do Covid-19 foi revisar o seu plano anual de orçamentos e metas, realizar adaptações do planejamento inicial do ano e ajustar os objetivos, considerando o que poderiam renegociar ou cortar.

Alguns segmentos se destacaram com o maior percentual de redução no orçamento, tal é o caso dos segmentos de educação e eventos, levando à tomada de ações mais severas no ajuste do seu orçamento.

Uma das medidas adotadas para manter a operação da empresa em andamento e evitar uma insuficiência de caixa, foi manter os times atuando na modalidade home office. Veja o próximo tópico.

#2: Adotar a modalidade home office para manter a operação em andamento

Muitas empresas adotaram o trabalho remoto logo no início dos decretos de isolamento social e, por isso, tiveram um tempo maior para se adaptar ao novo modelo de atuação e avaliar o desempenho dos times.

Além disso, de acordo com pesquisas, essa seria uma medida que deve continuar mesmo após o fim da pandemia, principalmente em grandes empresas.

#3: Ampliação das maneiras de comercialização das soluções da empresas

As empresas que conseguiram adaptar a forma como vendem os seus bens ou serviços para o digital ou por meio do delivery, além de conseguirem manter dinheiro entrando no caixa, também descobriram vantagens nesta modalidade e podem optar por manter essas ações mesmo após o fim da pandemia.

Isso fortalece a percepção de que a crise demanda mudanças mais rápidas e direcionadas à transformação digital, o que deve permanecer, mesmo com o fim do isolamento social.

Ainda falando de adaptação das maneiras de comercialização dos bens e serviços, alguns hotéis, ao sofrer grande impacto durante a pandemia, decidiram utilizar os seus quartos como escritórios individuais, tal qual um coworking, para quem quisesse alugar em horário comercial.

Essa medida é chamada de room-office e é uma alternativa que muda a percepção de venda no setor hoteleiro, mas que se mostrou uma medida essencial para manter o faturamento durante a crise.

Leia também: Quartos vazios de hotéis viram escritório durante a pandemia

#4: Revisão do plano financeiro anual, orçamento e metas

As empresas estão tomando este momento para realizar uma revisão do seu plano financeiro anual, orçamento e metas, traçando diversos cenários diferentes para não ter risco de ser surpreendido nos próximos meses.

Além disso, reduzir o orçamento das despesas foi uma medida adotada pelas organizações, mostrando que este é um período de cautela, mesmo para as empresas que estão tendo um fluxo de vendas contínuo e crescente.

Falando por segmentos, a área de serviços Financeiros e Jurídicos foi a que teve o menor percentual de redução no orçamento, seguindo por e-commerce.

Do outro lado, temos os setores de Turismo e Lazer que tiveram uma forte redução nos orçamentos, chegando a 44,2% e, por fim, o setor com maior impacto foi o de Eventos, com queda de 47,4% na sua previsão de orçamento inicial e sendo considerado um dos setores com maior impacto negativo nesta crise.

#5: Redução do quadro de funcionários

Durante a crise do Covid-19, muitas empresas tiveram que realizar cortes difíceis no seu quadro de funcionário.

De acordo com a pesquisa realizada pelas empresas Resultados Digitais, Endeavor e PEGN, 41,1% dos entrevistados afirmaram que tiveram que realizar demissões, enquanto o impacto maior foi em empresas do tipo B2C (Business to Consumer), enquanto 49,8% disseram que o contexto não afetou nesse quesito e 8,8% disseram que aumentaram a sua equipe.

“Tivemos que desligar uma parte significativa do time. Fomos pegos por um cenário avassalador, principalmente para o setor de turismo. Vimos as companhias aéreas reduzirem as operações em 90% e o cancelamento das viagens no Brasil chegar a 85%. As forças externas foram maiores do que minha capacidade humana e esforço para tentar evitar os impactos no nosso time”, Max Oliveira, CEO da Max Milhas

Mesmo sendo uma medida drástica, a atitude de desligamento de funcionários foi uma das principais medidas adotadas pelas empresas brasileiras como uma maneira de cortar custos.

Ainda assim, uma parte das empresas brasileiras realizaram contratações, indicando a entrada de profissionais com demandas que surgiram por conta da crise.

Cases reais: o que podemos aprender com as atitudes de grandes empresas durante algumas das suas maiores crises?

#1: Starbucks: investimento no público interno

Em 2000, a Starbucks sofreu uma enorme crise quando o seu fundador, Howard Schultz, saiu da organização.

A nova direção da empresa decidiu adotar um plano de expansão bastante rápido, o que acabou ficando insustentável com o passar dos anos.

Para você ter uma ideia, somente no ano de 2008, a empresa saiu de 2.500 lojas para 16.000, mas não houve nenhum planejamento para essa decisão e as lojas passaram por um momento de baixa rentabilidade e enfraquecimento da marca. Ou seja, um completo caos.

Com isso, Howard Schultz reassumiu o cargo e tomou algumas medidas para lidar com essa crise. Veja algumas:

  • redução da competição entre lojas: em alguns lugares, as lojas da Starbucks eram tão próximas que competiam entre elas mesmas;
  • maior treinamento dos colaboradores: praticamente todas as lojas foram fechadas durante um período para que os funcionários pudessem receber um treinamento intensivo;
  • campanhas de endomarketing: a empresa realizou uma série de campanhas internas e de employer branding, para que os valores da marca fossem resgatados.

#2: BMW: reinvenção da marca como uma chave para o sucesso

No início, a BMW era fabricante de motores de avião, mas foi impedida de manter a produção após a Primeira Guerra Mundial, pois os seus produtos foram classificados como instrumentos de guerra.

Para manter a marca funcionando normalmente no mercado, a empresa decidiu começar a construir motocicletas e, somente depois, automóveis.

Mas, mesmo com todos esses esforços para se manter no mercado, a BMW lidou com grandes prejuízos até 1959, quando passou a produzir os sedãs de 4 portas, uma categoria de carro que começou a fazer bastante sucesso na época.

Surgiu então, o Dixi, o primeiro carro vendido pela marca.

Desde então, não dá para negar o crescimento da BMW em todo o mundo e como ela se tornou uma das marcas importantes para o setor.

Em outras palavras: se reinventar pode ser a chave para o sucesso da sua empresa.

Plano de retomada: ações práticas para preparar a sua empresa para o retorno das atividades

#1: Mantenha o distanciamento social entre os colaboradores

Mesmo com o retorno das atividades presenciais, ainda é importante manter o isolamento entre as pessoas para impedir o avanço da doença dentro do escritório.

Esse tipo de isolamento inclui:

  • redução de contato físico e espaços maiores entre as mesas ou postos de trabalho;
  • se não for possível manter uma distância segura entre as pessoas, o ideal é utilizar divisórias de vidro ou placas de acrílico entre as estações de trabalho ou recepções.

Além disso, a recomendação é alternar os dias de comparecimento dos colaboradores e considerar jornadas de trabalho menores nos primeiros meses.

No caso de salas de reunião e auditórios, onde as pessoas precisam se sentar, é importante mudar o layout ou alternar os assentos, marcando os lugares que devem ficar vazios na lateral e entre fileiras.

Já os lugares onde as pessoas ficarão em pé, a recomendação é demarcar o piso com fitas de sinalização para informar qual a distância de segurança que devem ser adotada.

#2: Adote o uso obrigatório de máscaras por colaboradores, clientes ou visitantes

Apesar de ser uma medida óbvia, ainda é consenso que esta é uma estratégia que ajuda na proteção das pessoas.

Além disso, a OMS ressalta que é importante garantir que máscaras faciais ou lenços estejam sempre disponíveis no ambiente de trabalho, assim como lixeiras fechadas para o descarte desses itens.

#3: Evite o confinamento e aglomerações de colaboradores e clientes

Atividades realizadas em espaços fechados facilitam a transmissão do vírus mais do que eventos ao ar livre.

Por isso, o ideal é a proibição de encontros em locais fechados sem ventilação e realizar encontros apenas em ambientes ao ar livre ou bem arejados.

De acordo com especialistas, de qualquer forma, os encontros de grandes grupos serão arriscados por um bom tempo, não importa onde aconteçam.

#4: Fortaleça a comunicação interna

A comunicação constante com os colaboradores, neste momento de retomada, é essencial para assegurar a segurança de todos e entender cada uma das suas necessidades, para que qualquer política empresarial dê certo.

A recomendação é criar um plano de comunicação eficaz para conscientizar os colaboradores sobre os cuidados e protocolos de segurança, além de comunicados para os clientes, fornecedores ou visitantes sobre as normas de proteção da empresa.

#5: Avalie o risco das operações

Além de todas as medidas de segurança, a empresa deve avaliar os riscos do retorno das suas operações presenciais, levando em consideração certas circunstâncias, como o estágio da doença na sua cidade.

Mas, além desta preocupação, a OMS também lista itens que devem ser levados em consideração antes de retomar as atividades:

  • a efetividade no controle da transmissão do vírus no local em questão;
  • um sistema nacional de saúde com capacidade de testar, tratar cada caso e acompanhar o contágio;
  • a adoção de medidas preventivas;
  • a educação e o engajamento da sociedade para aderir às novas normas de convívio social;
  • entre outros.

De acordo com a Fiesp, ao retornar, as empresas devem respeitar protocolos de combate à Covid-19 e que a cada sete dias é recomendável que a situação seja reavaliada e, a partir disso, as regras podem ser revisadas.

#6: Os modelos de gestão estarão sob estresse por um bom tempo

Os modelos de gestão, mesmo os mais resilientes e resistentes, estão sob estresse nesse momento e, provavelmente, permanecerão assim por um bom tempo, levando em consideração temas como transformação digital, modelos e parceiros de fornecimento, além de expressivo foco no core business para manter a relevância.

Além disso, haverá o uso mais colaborativo da tecnologia, carregando preocupações justificáveis, como a proteção de dados, capacidade de banda de larga, entre outros.

Será um grande desafio saber quais investimentos priorizar em um cenário de transformação e capital limitado.

Da crise para a transformação: Fases da gestão DA crise, gestão NA crise e gestão PARA transformação

Gestão DA crise:

Principais desafios da jornada do líder durante a gestão da crise:

  • Tomar medidas para a sobrevivência da operação;
  • Engajar todos para urgência;
  • Dificuldade para tomar decisões.

Ações para elevar capacidades:

  • desenvolver capacidades para exercer o novo papel;
  • priorizar as suas atividades e tomar decisões;
  • dialogar e engajar stakeholders estratégicos.

Principais desafios da jornada dos gestores durante a gestão da crise:

  • implantar planos de contingência;
  • falta tempo para dedicar às demandas emergenciais e dialogar com as pessoas.

Ações para elevar capacidades:

  • desenvolver capacidades;
  • tomar decisões;
  • priorizar atividades;
  • dialogar com colaboradores e stakeholders.

Principais desafios da jornada da organização durante a gestão da crise:

  • Garantir processos e alocar recursos ao que realmente importa agora;
  • Fragilidade do caixa;
  • Despreparo e medo pelas pessoas;
  • Ineficiência e ineficácia da comunicação.

Ações para elevar capacidades:

  • Construir comitê multidisciplinar;
  • Proteger do caixa;
  • Fazer conexão com medidas externas e planejar a contingência;
  • Proteger pessoas;
  • Comunicar com stakeholders.

Principais desafios do mercado durante a gestão da crise:

  • Disponibilizar formas de atendimento aos mercados;
  • Incerteza sobre a curva de demanda e oferta;
  • Diálogo e comunicação reativa.

Ações para elevar capacidades:

  • Mapear e definir os mercados essenciais;
  • Planejar a comunicação e diálogo com o mercado;
  • Adaptar a oferta de valor.

Principais desafios do futuro durante a gestão da crise:

  • Planejar ações que poderão ser executadas;
  • Incertezas inviabilizam construção do planejamento e projeção de cenários.

Ações para elevar capacidades:

  • Propor iniciativas que garantam a sustentabilidade futura do negócio;
  • Ter vigilância continuada do ambiente.

Principais desafios da sociedade durante a gestão da crise:

  • Aprender a dialogar com a comunidade em torno;
  • Falta de conhecimento sobre o que e como pode ser feito.

Ações para elevar capacidades:

  • Desenvolver capacidades para expandir o alcance do propósito;
  • Estabelecer prioridades e construir ações para a comunidade em torno.

Gestão NA crise:

Principais desafios dos líderes durante a gestão na crise:

  • criar o ambiente para a reflexão estratégica;
  • incertezas;
  • dificuldade para tomar decisões.

Ações para elevar capacidades:

  • dar foco a gestão do negócio no cenário atual;
  • promover a reflexão sobre o futuro e a nova visão para o negócio.

Principais desafios dos gestores durante a gestão na crise:

  • trabalhar com foco;
  • nostalgia;
  • medo de errar.

Ações para elevar capacidades:

  • reorganizar objetivos estratégicos;
  • elevar as capacidades para gerir o foco e dialogar de forma continuada.

Principais desafios da organização durante a gestão na crise:

  • realizar vigilância  do ambiente;
  • planejar ações de curto e médio prazo;
  • Informações desencontradas.

Ações para elevar capacidades:

  • reorganizar a governança DA crise e NA CRISE;
  • estabelecer prioridades estratégicas;
  • pilotar projetos chaves.

Principais desafios do mercado durante a gestão na crise:

  • agir com foco;
  • incertezas e medo do futuro.

Ações para elevar capacidades:

  • ter diálogo continuado;
  • ter vigilância do ambiente para identificar desafios e mapear oportunidades.

Principais desafios do futuro durante a gestão na crise:

  • refletir sobre as mudanças no mercado;
  • incerteza sobre a demanda;
  • mudanças de comportamento do mercado.

Ações para elevar capacidades:

  • fazer reflexões para inovação e transformação.

Principais desafios da sociedade durante a gestão na crise:

  • entender os impactos das organização na sociedade;
  • conflito caixa X pessoas X parceiros.

Ações para elevar capacidades:

  • adotar medidas éticas e práticas sustentáveis;
  • transformar a empresa em uma organização.

Gestão PARA transformação:

Principais desafios dos líderes durante a gestão para transformação:

  • liderar o novo;
  • engajar a organização no propósito;
  • sensação de tempo perdido e fracasso.

Ações para elevar capacidades:

  • elevar as capacidades para liderar a transformação.

Principais desafios dos gestores durante a gestão para transformação:

  • gerir pessoas para a transformação;
  • resistência à mudança;
  • desconhecimento do novo.

Ações para elevar capacidades:

  • desenvolver capacidades para gerir a transformação.

Principais desafios da organização durante a gestão para transformação:

  • trabalhar nova cultura: aceitação do erro, agilidade e inovação;
  • nostalgia;
  • medo de errar.

Ações para elevar capacidades:

  • implantar os ganhos: capacidades hard e soft skills;
  • gerir a estratégica de forma ágil e contínua;
  • liderar e pilotar projetos transformadores.

Principais desafios do mercado durante a gestão para transformação:

  • construir e gerar valor para o novo mercado;
  • dificuldade em separar o que é tendência do modismo.

Ações para elevar capacidades:

  • desenvolver nova proposta de valor;
  • gerir portfólio de clientes e geração de valor.

Principais desafios do futuro durante a gestão para transformação:

  • aprender a conviver com a incerteza e fazer a estratégia;
  • incerteza;
  • velocidade da mudança.

Ações para elevar capacidades:

  • desenvolver mindset para estratégia de forma continuada (strategizing);
  • ter vigilância do ambiente de forma continuada.

Principais desafios da sociedade durante a gestão para transformação:

  • gerir os impactos das organização na sociedade;
  • conflito caixa X ESG.

Ações para elevar capacidades:

  • desenvolver Open Strategy.

Gostou deste artigo? Aproveite este momento de planejamento da retomada da sua empresa e confira a gravação do nosso evento online Conselheiros do Bem, com o tema Estratégia de Renovação: Responder, Recuperar, Sustentar, com o professor Vicent Dubois da Fundação Dom Cabral.

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