O Conhecimento dirige a prática, no entanto a prática aumenta o conhecimento (Thomas Fuller)
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FDC e Barros Soluções em Gestão realizam Ceará Gestão 2018

No dia 4 de dezembro, a Fundação Dom Cabral (FDC) realizou, em parceria com sua associada Barros Soluções em Gestão, o Ceará Gestão 2018 – Comitê de Presidentes. A 3ª edição do evento, promovido anualmente, reuniu mais de 500 empresários, executivos, diretores, presidentes e dirigentes de empresas cearenses de médio e grande porte, bem como gestores públicos.

A programação teve início com a palestra de Paulo Rocha, professor associado da Fundação Dom Cabral. Durante a palestra “Como colocar sua empresa nos novos trilhos”, ele abordou inovação, sucessão familiar e outros temas que são fundamentais para tirar as empresas do conformismo organizacional. Com as constantes mudanças, o novo pode assustar, e o professor enfatiza a importância das pessoas no processo de colocar a empresa nos trilhos. “O sucesso [das organizações] nada mais é que o equilíbrio entre a qualidade técnica e o comprometimento das pessoas”, conta.

Depois, o jornalista e ex-apresentador da TV Globo William Waack ministrou a palestra “E agora, Brasil? O que esperar do próximo governo”, na qual falou sobre as perspectivas gerais para o próximo mandato presidencial. Após fazer a contextualização da crise em que vivemos e comentar algumas escolhas do futuro presidente, como a do núcleo de economia, Waack afirmou que a governabilidade de Bolsonaro deve ser confrontada com o tamanho da crise que seu governo irá enfrentar. “Não vai haver lua de mel com esse governo. (…) Não vão ter os famosos cem dias nos quais as pessoas dão ao governo o benefício da dúvida. Isto é pra já. É agora, a cobrança já começou e vai ser cada vez mais forte”, finalizou.

Durante o Ceará Gestão 2018 também foi celebrado o aniversário de 15 anos de atuação da Barros Soluções em Gestão e de parceria com a Fundação Dom Cabral. A ocasião contou com a presença especial de parceiros da FDC: Antônio Batista, Roberto Sagot, Ricardo Langanke e Gustavo Camargo.

Desde sua primeira edição, o evento recebe doações que são destinadas a instituições parceiras. No Ceará Gestão 2018, mais de 390kg de alimentos foram arrecadados para a Associação Peter Pan, Edisca e o Lar Torres de Melo. Os participantes também puderam contribuir com doações em dinheiro diretamente com cada entidade.

Confira o vídeo com os melhores momentos do evento:

FDC e Barros Soluções em Gestão realizam encerramento da 5ª turma do PDA em Fortaleza

Nos dias 23 e 24 de outubro, a Fundação Dom Cabral (FDC) realizou, em parceria com sua associada Barros Soluções em Gestão, o evento de encerramento da 5ª turma em Fortaleza do Programa Parceria para o desenvolvimento do acionista e da família empresária – PDA.

Durante o primeiro dia do evento, a professora Conceição Lacerda, da FDC, fez o resgate do conteúdo abordado em todos os módulos no programa. No segundo dia, cada uma das seis famílias empresárias teve a oportunidade de apresentar sua história e seu negócio. Na ocasião, os participantes utilizaram a criatividade e os aprendizados adquiridos nos 18 meses de duração do Program para apresentar seus principais marcos.

“No PDA há o resgate e o fortalecimento do ambiente familiar saudável e mais preparado para conduzir os negócios e preservar seu patrimônio”, conta Valdemar Barros, Barros, diretor-geral da Barros Soluções em Gestão e professor associado da FDC.

Após as apresentações, aconteceu a palestra “Qual é a tua obra? – Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética”, do professor Mario Sergio Cortella, Mestre e Doutor em Educação, professor-convidado da FDC desde 1997. O tema é de extrema relevância para que as famílias possam refletir sobre qual legado estão construindo e o que vão deixar para as próximas gerações.

Há mais de 20 anos no mercado, o Programa PDA já auxiliou mais de 600 famílias empresárias de todo o Brasil. O objetivo do programa é contribuir para o desenvolvimento e gestão de empresas familiares, auxiliando seus membros na criação de um ambiente favorável à discussão e à construção de um futuro maduro e profissionalizado, garantindo assim a perenidade do negócio, a preservação do patrimônio e a harmonia das relações familiares.

Confira abaixo os depoimentos de alguns participantes do PDA

Programa de inovação social da FDC ganha sua primeira turma no Nordeste

A Fundação Dom Cabral (FDC), em parceria com sua associada Barros Soluções em Gestão, lançou, no dia 2 de outubro, a primeira turma do Programa RAÍZES em Fortaleza – CE. Esta é a primeira vez que o programa de inovação social acontece no Nordeste, e a Barros Soluções em Gestão é a primeira associada do Brasil a receber o projeto.

O Programa RAÍZES é uma iniciativa da área de Sustentabilidade e Projetos Sociais da FDC que contempla jovens de 15 a 20 anos, oriundos da rede pública de ensino ou de regiões de vulnerabilidade social do Brasil. Seu objetivo é proporcionar aos participantes o acesso a conteúdos não acessíveis na escola tradicional, ampliando sua visão de mundo e a percepção dos diversos papéis que desempenham na sociedade, fortalecendo seu senso de cidadania. Dessa forma, espera-se contribuir para a vida pessoal e profissional desses jovens.

A primeira turma do RAÍZES em Fortaleza conta com cerca de 40 participantes. Ao longo de quatro semanas, eles irão aprender sobre filosofia, relacionamento, artes, brasilidade, sustentabilidade, finanças pessoais, língua portuguesa e empreendedorismo. ​Por meio de aulas, filmes, músicas, livros, visitas a museus e trocas de experiências, os participantes terão cerca de 112 horas de formação.

A realização da turma foi possível com o apoio do Smiles, por meio de doações do Projeto Milhas do Bem, e da Barros Soluções em Gestão, associada FDC no Ceará e no Rio Grane do Norte. Além disso, as empresas M. Dias Branco, C. Rolim Engenharia, Naturágua, Betânia Lácteos e Polibrás enviaram seus jovens aprendizes para participar do programa. A Escola de Ensino Fundamental e Médio Félix de Azevedo (EEFM Félix de Azevedo) também enviou alunos.

“Fomos muito bem recebidos em Fortaleza pelas empresas que confiaram na nossa proposta (…) e também pela Secretaria de Educação, que fez a seleção dos jovens de uma escola estadual”, conta Rafaela Araújo, Analista de Sustentabilidade e Inclusão Social da FDC.

Fundação Dom Cabral e sua associada Barros Soluções em Gestão participam do Seminário Futura Trends 2018

O Seminário Futura Trends 2018, realizado pela Fundação Demócrito Rocha (FDR) e pelo Grupo de Comunicação O Povo, acontecerá a partir das 13h do dia 10 de agosto, no Teatro Rio Mar Fortaleza. O evento, que está em sua sétima edição, terá como tema central a Quarta Revolução Industrial ou Indústria 4.0, e contará com palestras de professores associados da Fundação Dom Cabral (FDC), por meio de parceria com sua associada Barros Soluções em Gestão.

A palestra Humankind Dilemma In The Age Of Knowledge, do professor e palestrante internacional Subi Rangan (FDC), terá tradução simultânea. Ele abordará assuntos como o papel do líder na Era Digital, o lado humano da inovação, humanidade vs. tecnologia e liderança 3D.

O professor Paulo Vicente, da FDC, ministrará a palestra A Revolução Tecnológica. Temas como a análise dos ciclos de Kondratieff e das novas tecnologias 4.0, transformação digital, novas fontes de energia, tecnologia espacial e Human Enhancement Technologies (HET) serão expostos nesse momento.

Além das palestras, o evento contará com painéis de discussão temáticos com convidados especiais. Um dos painéis será composto por Valdemar Barros, professor associado da FDC e diretor da Barros Soluções em Gestão.

Confira a programação completa

13h: Credenciamento
13h40: Abertura com Nazareno Albuquerque
13h50: Palestra de Honra com Prof. Subi Rangan (Fundação Dom Cabral). Tema: Humankind Dilemma In The Age Of Knowledge (com tradução simultânea)
15h: Palestra com Prof. Cesar Sanson. Tema: Quarta Revolução Industrial; Impactos da Reestruturação Produtiva no Contexto Pós-Industrial. Para Onde Apontam as Megatendências; Impactos no Modo de Produzir e Viver
15h40: Painel de Discussão com Prof. Marília Marinho (Faculdade CDL) e Ari Neto (SAS)
16h: Coffee break e autógrafos
16h20: Sorteios
16h30: Palestra com Prof. Paulo Vicente dos Santos (Fundação Dom Cabral). Tema: A Revolução Tecnológica
17h25: Painel de Discussão com Prof. Tarcísio Pequeno e Prof Cláudio Ricardo (Fundação Citinova)
17h40: Palestra com Prof. Regiane Relva Romano. Tema: Tendências Globais e Impactos Tecnológicos no Futuro dos Negócios: 17 Tecnologias Que Irão impactar as Relações no Mercado de Consumo
18h: Painel de Discussão com Joana Ramalho (Mercadinhos São Luiz) e Valdemar Barros (Fundação Dom Cabral)
18h20: Palestra com Miguel Fonseca (vice-presidente executivo da Toyota do Brasil e Coordenador de Vendas para América Latina e Caribe). Tema: O Futuro do Transporte Individual e as Projeções para o Brasil. Moderador: Jornalista Jocélio Leal, editor-chefe de Economia e Negócios do O POVO
19h30: Encerramento

 

Para mais informações sobre o Seminário Futura Trends, clique aqui.

Segundo encontro do Centro de Referência em Inovação do Ceará aborda Inovação Colaborativa e Inteligência Competitiva

A Fundação Dom Cabral (FDC) realizou, por meio de sua associada Barros Soluções em Gestão, o segundo encontro do Centro de Referência em Inovação do Ceará (CRI – CE). O evento aconteceu no dia 20 de junho e reuniu as empresas participantes para um bate-papo sobre Inovação Colaborativa e Inteligência Competitiva.

Inovação Colaborativa

A Inovação Colaborativa, ou Inovação aberta (do inglês Open Innovation), é um dos grandes desafios das empresas brasileiras. Como o próprio nome já diz, seu propósito é fazer uma inovação cocriada, aproveitando-se de recursos internos e externos às organizações.

A professora Ana Burcharth, do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da FDC, foi convidada para falar sobre esse tema. Ela explica que precisamos colaborar para desenvolver inovações de sucesso, combinando o conhecimento de parceiros externos com competências internas. Essa medida é crucial para o processo de inovação. “Acredito que isso vai se tornar ainda mais importante no futuro digital, com cada vez mais plataformas e mais formas de distribuir o processo de inovação”, explica.

Em uma pesquisa da Accenture, realizada em 2015, 88% dos executivos brasileiros entrevistados afirmaram acreditar que a inovação está se tornando mais colaborativa em âmbito global. No entanto, 70% ainda têm intenção de inovar apenas de forma interna, sem a externalização de recursos. Ana conta que esse mindset é consequência da falta de confiança do brasileiro diante do cenário político-econômico atual.

Ana também enfatizou a importância de iniciativas como a do CRI – CE e afirmou ser uma entusiasta dessas comunidades e do valor elas agregam às organizações. “As empresas se tornam mais inovadoras e competitivas (…) e a gente cria um ecossistema mais interativo e mais maduro. Isso é fundamental para o desenvolvimento do nosso país”, conclui.

5 benefícios da Inovação Colaborativa

  • Reduz o custo de desenvolvimento tecnológico ou a entrada no mercado
  • Reduz o risco de desenvolvimento ou a entrada no mercado
  • Reduzo tempo necessário para desenvolver e comercializar novos produtos
  • Dá acesso a novos tipos de competências
  • Facilita a descoberta de oportunidades radicalmente novas

Inteligência Competitiva

Para falar sobre o tema Inteligência Competitiva (IC), o evento contou com a presença de Paulo Franklin, consultor sênior da ICF International. Ele explicou que Inteligência Competitiva é um programa sistemático e ético de coleta e análise de informações sobre concorrentes e tendências gerais dos negócios. “Essas informações são utilizadas para dar suporte ao processo de tomada de decisão de forma que a empresa atinja seus objetivos”, conta.

A State of Art, entidade americana que congrega os profissionais de inteligência competitiva, realizou uma pesquisa para saber em quais áreas ela pode ser utilizada dentro de uma organização. As mais citadas foram: decisões corporativas, decisões de entrada em novos mercados, aquisições, desenvolvimento de produtos, questões regulatórias, pesquisa e desenvolvimento e vendas.

Paulo explica ainda a principal diferença entre a pesquisa de mercado e a inteligência competitiva é que, enquanto a pesquisa trata de dados póstumos e específicos, a inteligência fala do futuro e não é tão precisa.

4 objetivos da Inteligência Competitiva

  • Agir rápido face às mudanças no ambiente competitivo
  • Evitar surpresas e aproveitar oportunidades
  • Propor ou redirecionar ações táticas e estratégicas
  • Melhorar a qualidade do processo decisório

Após as palestras, os participantes puderam compartilhar experiências de colaboração em inovação no Ceará e debater os temas propostos.

Ambientes Econômicos e Arquitetura Organizacional é tema do II Comitê de Presidentes e Grupo de Dirigentes PAEX 2018

A Fundação Dom Cabral (FDC) e sua associada Barros Soluções em Gestão realizaram o II Comitê de Presidentes e Grupos de Dirigentes PAEX 2018. O encontro aconteceu nos dias 14 e 15 de junho em Fortaleza – CE e no dia 4 de junho em Natal – RN, e reuniu executivos e gestores de empresas de médio porte para falar sobre ambientes econômicos e arquitetura organizacional. O evento faz parte da agenda anual do Programa Parceiros para a Excelência – PAEX.

Gilmar Mendes, professor associado da FDC e doutor em Economia e Administração de Empresas pela Universidad de Valladolid (Espanha), foi convidado para falar sobre os temas. O diálogo teve início com a contextualização e ressignificação históricas das evoluções que ocorreram mundialmente, ao longo dos anos, no âmbito econômico. Para o palestrante, essa etapa é extremamente importante, pois o ambiente em que vivemos no presente é consequência dessas transformações. “Ninguém pensa o futuro sem o passado”, completa.

O que é ambiente V.U.C.A.?

O atual ambiente de negócios enfrentado pelos empresários é chamado V.U.C.A., acrônimo em inglês que representa quatro aspectos: volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade.

  • Volatilidade: as constantes mudanças que decorrem da sociedade dinâmica e veloz em que vivemos tornam o ambiente mutável, o que gera incerteza.
  • Incerteza: diferente do risco, a incerteza não pode ser calculada. Em um ambiente de incerteza, perde-se a possibilidade de controlar variáveis.
  • Complexidade: corresponde às inúmeras variáveis que afetam a nossa economia e que devem ser levadas em consideração.
  • Ambiguidade: gerada por variáveis incertas em relação ao significado, à causa e às circunstâncias dos acontecimentos.

Segurança institucional

Estabilizar esse ambiente para prover investimentos é, segundo o professor, o maior desafio das empresas brasileiras. Esse é o propósito da segurança institucional, provida por instituições que se movimentam para criar um ambiente de negócios mais estável, com baixos impostos, baixos custos de transação e produção, liberdade para os mercados funcionarem, segurança jurídica e direito de propriedade. “Somente com regras do jogo claras, definidas e que não mudem a toda hora é que o empresário vai entender que tem certa segurança para fazer o investimento”, conta Gilmar. Esses investimentos irão proporcionar crescimento econômico e gerar o chamado círculo virtuoso da economia. “Ao crescer renda, estimula-se mais o consumo, e o estímulo de consumo produz mais investimentos”, explica.

segurança institucional

O papel da arquitetura organizacional

Considerando todos os fatores abordados, a arquitetura organizacional torna-se imprescindível para que empresas possam tornar-se mais competitivas no atual momento, desenhando a organização para aproveitar o ambiente de negócio desfavorável. Isso significa fazer ter uma estrutura organizacional clara e consistente, ter processos, objetivos, metas e indicadores bem definidos, e dispor de patrimônio humano para realizar os projetos.

Blockchain e mídias sociais são discutidos no I Comitê de Presidentes e Grupo de Dirigentes PAEX 2018

I Comitê de Presidentes e Grupo de Dirigentes PAEX 2018

A Fundação Dom Cabral realizou, por meio de sua associada Barros Soluções em Gestão, o I Comitê de Presidentes e Grupo de Dirigentes PAEX 2018. O evento aconteceu nos dias 2 e 3 de abril em Fortaleza – CE e no dia 4 de abril em Natal – RN. Durante o encontro, foram discutidos dois temas relevantes e atuais: “Blockchain e criptoeconomia” e “O impacto das mídias sociais na eleição presidencial”.

Blockchain e criptoeconomia

Com um enorme potencial transformador para gerar inovação sem precedentes no mundo financeiro e causar uma disrupção exponencial, a ideia principal do Blockchain é sobrepor instituições políticas e econômicas por um novo tipo de instituição tecnológica. Embora o futuro dessa tecnologia seja incerto, não há dúvidas de que é preciso, desde agora, se preparar para as mudanças que já estão a caminho.

Para falar sobre o assunto aos executivos e gestores participantes do Programa Parceiros para a Excelência – PAEX, o evento contou com a presença de Thiago Costa, co-fundador e CTO do Hashdex, um fundo de investimentos que cria índices de criptomoedas.

Segundo Thiago, o Blockchain é a tecnologia por trás das criptomoedas e surgiu em 2008, com a publicação de um paper intitulado “Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System”, fundamentando Blockchain e bitcoin. O documento foi criado por Satoshi Nakamoto, pseudônimo da pessoa ou do grupo que criou o bitcoin, a primeira e mais popular moeda digital. “A ideia era construir um sistema financeiro totalmente descentralizado, que ninguém consiga desligar. E o bitcoin tem funcionalidades básicas de uma moeda: ele consegue gerar valor, transferir esse valor e garantir uma unidade de conta”, diz o palestrante.

Confira alguns números e curiosidades sobre o bitcoin:

– Hoje já existem mais de 1.000 criptomoedas no mercado. O bitcoin é apenas a mais famosa;

– A mineração dessa moeda gasta energia equivalente ao que o Marrocos consome;

– Um bitcoin custa cerca de 10 mil dólares;

– O Japão é o maior mercado de bitcoin no mundo. Mais de 5.000 empresas já aceitam a moeda como forma de pagamento;

– Nos Estados Unidos, há registro de pessoas condenadas por lavagem de dinheiro com bitcoin;

– Seu uso é ilegal em países como Bolívia, Equador, Arábia Saudita, Bangladesh. Na China, pessoas jurídicas não podem utilizar.

“No momento, no Brasil, existem muitas incertezas jurídicas quanto ao bitcoin, porque é uma moeda que ninguém tem controle”, conta Thiago. Atualmente, sua utilização ainda está concentrada entre os curiosos, que pesquisam sobre o assunto e estão dispostas a correr o risco desse investimento. Ainda assim, já são mais de 1.4 milhão de investidores no país. Por ora, a moeda é declarada como outros bens e direitos e tributada como ganho de capital.

Mídias sociais e eleições

Para o segundo momento da programação, o evento contou com o economista, cientista político e fundador da plataforma Atlas Político, Andrei Roman, que ministrou a palestra “O impacto das mídias sociais na eleição presidencial”.

O Atlas Político é uma ferramenta que, por meio de pesquisas de opinião, monitoramento de redes sociais e análise de dados públicos, compila a trajetória política de cerca de 500 mil políticos brasileiros. Os dados, atualizados diariamente, contemplam desde mudanças de partido, defesa de ideias e posicionamentos políticos dos candidatos até a origem da verba utilizada nas campanhas, envolvimento em processos judiciais, notícias relacionadas etc.

A plataforma surgiu após os protestos de junho de 2013, quando Andrei percebeu o movimento brasileiro para gerar mudança e reforma política. “A ideia que a gente teve foi a de que é preciso melhorar a qualidade de representação política no Brasil, ajudando os eleitores a fazerem melhores escolhas em termos dos candidatos que eles apoiam em época de eleição”, conta.

Por meio da metodologia utilizada, é possível ainda antever as tendências políticas. “Percebemos, a partir da nossa análise, que eventos têm um grande impacto nesse tipo de avaliação das pessoas, que de fato há bastante volatilidade nas opiniões políticas e que isso pode impactar o cenário eleitoral desse ano de forma interessante”, diz Andrei. Ele conta, por exemplo, que devido a eventos recentes, houve uma grande queda no percentual de pessoas a favor da intervenção militar no Rio de Janeiro e também no apoio à expansão do direito de porte de armas no Brasil.

Hoje, o Atlas Político conta com cerca de 30 mil usuários no site e desenvolve também ferramentas de inteligência para o mercado financeiro e para empresas que tentam entender e avaliar melhor o cenário político.

Qual é o momento certo para fazer um curso de especialização?

Com a profusão de bolsas e financiamentos estudantis (públicos e privados) concedidos nos últimos 15 anos, quem ainda não tinha um curso de nível superior correu para preencher essa lacuna. Assim, o que se vê hoje é que, especialmente nos grandes centros, boa parte da população ascendeu no quesito escolaridade. Para você ter uma ideia melhor, o aumento no número de novas matrículas no ensino superior foi de 81% entre 2003 e 2012. Impressionante, não acha?

Como em um efeito dominó, a pós-graduação passou a ser então a bola da vez, atualmente exigência indispensável para a maioria das vagas anunciadas em sites de recolocação profissional. Para deixar isso mais claro, é interessante citar um estudo feito pela consultoria Produtive, em 2014, mostrando que, dentre os executivos consultados, 68% já haviam feito uma ou mais especializações. Só 23% pararam na graduação.

E você, qual caminho pretende traçar? Já se formou, entende a importância de um curso de especialização, mas não sabe bem qual o timing mais estratégico para reiniciar os estudos? Pois os tópicos abaixo esclarecerão essas dúvidas. Então fique de olho!

O MITO DO PRAZO-LIMITE

Em primeiro lugar, é importante ter em mente que ter um timing correto não significa que quem já está no mercado há já alguns anos (ou mesmo se formou há décadas) não terá qualquer vantagem ao melhorar suas qualificações acadêmicas. O que você deve levar em conta, aqui, é o momento em que o início de um curso de pós-graduação poderá render melhores frutos em sua carreira.

OS CICLOS DE AMADURECIMENTO

Definitivamente não é uma ciência exata descobrir qual o momento exato para fazer uma pós-graduação e colher dela o máximo de benefícios. É possível, entretanto, traçar um parâmetro genérico sobre o tempo de início de cada curso, relacionando-o com os ciclos de amadurecimento do profissional inserido no mercado. Ficou confuso? Então vamos deixar isso mais claro.

Curso de especialização

Até cerca de 5 anos após a graduação, o profissional ainda está engatinhando no mercado, buscando se consolidar em sua área, adquirir experiência profissional e ser respeitado no setor. Nesse período, fazer um curso de especialização é uma forma excelente de acelerar o processo de amadurecimento na carreira. Afinal, a formação é voltada para a vivência no ambiente de negócios.

Em um curso como esse, de duração média de 18 meses, o recém-formado terá oportunidade de ampliar seu networking qualificado, já que muitos colegas estão inseridos em grandes empresas e muitos professores são executivos de renome, além de desenvolver habilidades como liderança, tomada de decisões e capacidade de solução de problemas práticos do mundo empresarial.

Um curso de especialização em Gestão de Negócios, por exemplo, detalhará temas ligados ao universo business que foram abordados apenas de forma superficial em um curso de Administração. Simular o ambiente empresarial e estimular o empreendedorismo, a capacidade de falar em público de forma persuasiva e a inovação, além da imersão em questões mais voltadas ao gerenciamento corporativo serão preocupações constantes. O objetivo é preparar o estudante para que ele esteja, de fato, pronto para lidar com o dia a dia do imprevisível mundo dos negócios.

Mestrado profissional (MPA)

Do 6º ao 10º ano após a conclusão de um curso de especialização, chega a hora de pensar em algo mais robusto. É a vez do mestrado profissional, uma pós-graduação stricto sensu criada há poucos anos e com duração média de 24 meses, que concilia o embasamento científico com a abordagem prática dos cursos lato sensu. A profundidade desse curso é tamanha que a recomendação é só encará-lo depois que o profissional já possui alguma vivência no mercado.

Um Mestrado Profissional em Administração (MPA), por exemplo, é um curso completo, que oferece ao profissional uma visão sistêmica de gestão e tem como principal alvo formar executivos de postos relevantes na direção das empresas. O foco se volta ao desenvolvimento de líderes estratégicos, capazes de inovar e tomar decisões de cúpula, mas sem deixar de lado o know-how acadêmico para subsidiar sua atuação no mundo dos negócios.

Mestrado acadêmico

Esse é o primeiro passo para quem quer lecionar em cursos de nível superior ou trabalhar com pesquisas em uma universidade. Diferentemente do mestrado profissional, o acadêmico pode ser iniciado logo após o término da graduação.

Os programas de mestrado acadêmico têm duração média de 24 a 36 meses e são bastante intensos, o que costuma fazer com que muitos estudantes se dediquem apenas aos estudos durante esse período. É possível pleitear uma bolsa junto a instituições de fomento à pesquisa, como a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Atualmente, o valor desse auxílio gira em torno de 1.500 reais.

Master of Business Administration (MBA)

Mais conhecido simplesmente como MBA, o Master of Business Administration é um curso voltado para profissionais experientes no mercado, que desejam atualizar-se às constantes mudanças no dinâmico mundo dos negócios. Diferentemente de um Mestrado Profissional, entretanto, trata-se de uma pós-graduação lato sensu, com duração média de 18 meses.

O MBA é um grau acadêmico cujo programa envolve uma formação extremamente prática e abrangente, centralizada no ensino dos aspectos da gestão de uma empresa. O ideal é cursar uma especialização para só então partir para o MBA, complementando o conhecimento.

A ESCOLHA DA INSTITUIÇÃO

Optar por uma escola de negócios de excelência garante maior credibilidade a seu currículo, muito mais conhecimento agregado, desenvolvimento pleno de suas competências, além de contato com executivos de multinacionais e empresas de vulto no Brasil — que poderão ser seus professores!

Essas características explicam a diferença de amplitude profissional e de sucesso na carreira entre os profissionais que optaram no passado por uma instituição de prestígio em educação executiva e os demais, que decidiram apenas ter um certificado, sem se importar com a qualidade de sua formação.

Sabia que, em processos seletivos, grande parte dos profissionais de RH dá preferência a candidatos que já fizeram algum tipo de pós-graduação? Por isso, quem almeja alçar voos mais audaciosos em sua carreira não pode nem pensar em negligenciar a própria reciclagem e o aprofundamento de seus conhecimentos por meio de um curso de pós-graduação. Você não quer ser visto pelo mercado como um profissional acomodado ou de pouca ambição, certo?

Fonte : http://blogespecializacao.fdc.org.br/qual-e-o-momento-certo-para-fazer-um-curso-de-especializacao

Por Fundação Dom Cabral

A Fundação Dom Cabral é uma escola de negócios brasileira com padrão e atuação internacionais de desenvolvimento e capacitação de executivos, empresários e gestores públicos.

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Por Barros Soluções

A Barros Soluções em Gestão é uma organização com foco no sucesso e excelência de empreendimentos, prestando serviços de governança e gestão, educação e soluções inovadoras. Criada em 2003, acredita que as soluções para o desenvolvimento estão presentes na própria organização, conjugando-se persistência e disciplina, método e processo, atitudes e desenvolvimento de competências, inovação e gestão das mudanças – para realizar sonhos e gerar resultados sustentados e sustentáveis. A Barros é uma das associadas FDC – Fundação Dom Cabral, coordenando nos estados do Ceará e Rio Grande do Norte diversos programas da FDC.

Gestão de pessoas: 9 dicas para liderar uma equipe de sucesso

Está focado em crescer na carreira e, quem sabe, eventualmente se tornar um gestor? Então a liderança é uma habilidade indispensável para que consiga atingir sua meta! O papel do gestor é, basicamente, garantir que haja coesão e progresso contínuo no trabalho desempenhado pela equipe, mesmo que os colaboradores sejam muito diferentes uns dos outros. Para isso, grande parte do trabalho de um líder sai do campo das atividades técnicas, indo em direção à gestão de pessoas. É exatamente esse direcionamento que levará seu time ao sucesso. Quer saber, na prática, como isso é feito? Então confira agora mesmo as nossas dicas!

Preste atenção à formação da equipe

Acredite: são muitos os gestores que pecam ao achar que não há segredos na contratação, uma vez que qualquer probleminha pode ser consertado com o tempo. Mas o problema real é que isso não é verdade. De fato, algumas lacunas em relação a conhecimentos técnicos ou questões comportamentais por pura inexperiência podem sim ser corrigidos. Porém, se o profissional não compartilha dos valores e da ética de trabalho ou não acredita na missão da empresa, a convivência se tornará impossível. E o pior é que ainda pode afetar negativamente o desempenho do restante do time. Então nada de analisar só o currículo dos candidatos no recrutamento, ok? O ideal é desenvolver métodos para identificar também seu perfil pessoal.

Promova o desenvolvimento de competências

Você pode aumentar ainda mais o potencial de sucesso dos seus colaboradores ao promover ações formais para o desenvolvimento de novas competências e a aquisição de conhecimentos relevantes. Para proporcionar esse crescimento, que tal estabelecer um programa de educação corporativa, com palestras e workshops na empresa? Você também pode oferecer subsídios para os colaboradores que desejem fazer um curso de idiomas ou uma especialização. Outra opção, bem mais simples e acessível, é formar uma espécie de grupo de estudos para que o time analise casos reais com que lidam no trabalho e extrair lições sobre como proceder em situações similares.

Procure dar bastante feedback

Tanto positivos como negativos, os feedbacks podem ajudar (e muito) na melhoria contínua. Afinal, é a partir de avaliações e comentários que os colaboradores conseguem saber com clareza o que precisam mudar e o que está dando certo. O segredo está em nunca assumir que eles já sabem. Manter uma comunicação aberta e transparente é essencial, mesmo quando o elogio ou o toque parece ser óbvio. Além do mais, o feedback ainda demonstra que o trabalho de cada um vem sendo atentamente acompanhado.

Conheça e confie nos colaboradores

O pior erro que um gestor pode cometer é não conhecer as forças e fraquezas da equipe ou não confiar em cada membro do time. Afinal, essa postura cria um afastamento que, consequentemente, levanta ainda mais a altura do muro entre vocês. E é simplesmente impossível fazer a gestão de pessoas que você não conhece! Pense bem: como conseguirá escolher o mais indicado para cada tarefa ou apontar aqueles que merecem uma promoção se você não os conhece? Para piorar, isso também se reflete na percepção que os colaboradores têm do líder. Se não confia nas pessoas que você mesmo selecionou, como elas poderão acreditar na sua competência em gestão e liderança?

Aprenda a delegar

Ao mesmo tempo em que delegar tarefas é um ponto central para a gestão de pessoas, é também um aspecto que normalmente apresenta diversos problemas. Isso porque, ao delegar qualquer tarefa, deve existir um equilíbrio no nível de acompanhamento da equipe. Você não pode exercer controle demais, pois seus colaboradores precisam desenvolver responsabilidade e autonomia para executar o que foi pedido, tampouco pode se afastar completamente, pois a equipe pode precisar de orientação para atingir os resultados esperados. Para acertar na dose, tenha em mente que seu trabalho deve ser de facilitador, mas nunca de capataz.

Estimule o trabalho em equipe

A coesão é um dos elementos-chave que o gestor deve promover com sua liderança. E ela se manifesta exatamente por meio do trabalho de equipe. É preciso, assim, fazer a integração entre os funcionários. Já pensou que, da mesma maneira que você precisa conhecer e confiar em cada um, eles também precisam conhecer e confiar uns nos outros? Sem contar que os colaboradores devem ser estimulados a participar mais, apresentando suas ideias e soluções, realmente se engajando com os projetos do setor e disposta a dividir o trabalho entre si. Nesse cenário fica fácil observar uma melhora significativa na produtividade e na qualidade dos resultados.

Desenvolva a cultura organizacional

A cultura organizacional é o conjunto de valores que permeia todo o trabalho de uma empresa e as relações que se estabelecem dentro dela — pode-se ter como parte da cultura, por exemplo, a transparência, a responsabilidade e a busca pelo crescimento. Formalizar uma cultura organizacional construída em cima de valores positivos aumenta a consciência dos colaboradores a respeito de suas expectativas. Não se trata de impor normas de comportamento, mas sim de lembrar às pessoas que, mesmo sendo um ambiente competitivo, ainda é preciso conduzir o trabalho com ética. E você, como líder, deve ser o primeiro a ensinar pelo exemplo.

Ouça mais

Nesse caso, estamos nos referindo à importância de valorizar o que a equipe tem a dizer. Muito mais que o gestor, a equipe está na frente de batalha do trabalho, conseguindo por isso trazer informações fresquinhas sobre o que está acontecendo tanto com os clientes como com os fornecedores, com o mercado em geral e até mesmo dentro da própria empresa. Então entenda desde já que os colaboradores são fontes pra lá de confiáveis, além de poderem ter ideias muito inovadoras. O gestor que não ouve os comentários e conselhos da sua equipe não só está sujeito a perder seu apoio como pode cometer erros graves no processo de tomada de decisões.

Trabalhe para motivar

Vale lembrar que funcionários não são máquinas, bastando ajustar alguns botões e trocar o óleo para conseguir máxima performance. Eles são indivíduos e, portanto, afetados por fatores muito mais complexos. E as principais questões que determinarão o desempenho da sua equipe são: motivação e satisfação dos colaboradores. Como lidar com essa situação? Tudo bem que o salário é um ponto a ser considerado, mas não é o único. Assim, lembre-se também de:

  • Demonstrar que você reconhece e valoriza o trabalho feito, dando feedbacks positivos e pensando em programas de premiação por resultados;

  • Demonstrar que você está disposto a investir no crescimento do profissional dentro da empresa, apostando em projetos de capacitação e treinamento, além de planos de carreira de longo prazo;

  • Demonstrar que você se importa com o bem-estar e a saúde dos colaboradores, implementando iniciativas de saúde e segurança do trabalho;

  • Demonstrar que você não se sente superior à equipe, promovendo atividades informais de integração com a sua participação, claro.

E essa busca por novas formas de aumentar a motivação e a satisfação do colaborador deve ser contínua. Afinal, esse é o ativo mais importante da sua empresa, o único ativo que é realmente insubstituível.

Como você pôde perceber, a gestão de pessoas é um trabalho que começa desde a formação da equipe e, na verdade, não acaba nunca. Seu sucesso depende de vários detalhes e pequenas ações, muitos até parecendo insignificantes, mas que afetam fortemente o desempenho do time como um todo.

Por Fundação Dom Cabral

A Fundação Dom Cabral é uma escola de negócios brasileira com padrão e atuação internacionais de desenvolvimento e capacitação de executivos, empresários e gestores públicos.